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Sobre Cancioneiro do Cacau, de Cyro de Mattos

Sobre Cancioneiro Do Cacau, De Cyro De Mattos

“Cancioneiro do Cacau”, de Cyro de Mattos, quase duzentos poemas sobre a civilização cacaueira, das raízes até  os tempos das negações com a vassoura de bruxa; Ediouro Editora, Rio de Janeiro, 2002, primeira edição, Prêmio Nacional de Poesia Ribeiro Couto da União Brasileira de Escritores (RJ), Segundo Prêmio Internacional de Literatura Maestrale Marengo d’Oro, Genova, Itália, Terceiro Prêmio Emílio Moura da Academia Mineira de Letras, Finalista do Jabuiti; segunda edição EDITUS, editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia, Coleção Nordestina, 2015; ambas edições com prefácio de Eduardo Portella e orelhas assinadas por Assis Brasil.

Eduardo Portella: “Mas o seu poema não irrompe de qualquer abalo sísmico, ou de qualquer intempérie facilmente previsível. Ele eclode da história revigorada, nasce do fundo do homem e das coisas, da sua raiz em curso, da origem protegida do menor sedentarismo… Cyro de Mattos se compraz em revalorizar a raiz, e reverenciar a origem, em reconhecer o fundamento   radicalmente imune ao fundamentalismo. O poeta enraizado e, no caso, porque enraizado, generoso, recorda para a frente.  Como quem retira dos filtros do passado, e dos detectores de metais do presente, lições, mesmo que enviesadas, para a construção do amanhã”.

Assis Brasil: “Da visão lírica à realidade, o sentido social também está presente na poesia de Cyro de Mattos, pois ele toca em algumas feridas existenciais do seu Nordeste, mas é a problemática humana, em sua visão global, o que assoberba o poeta, e é preciso ler este seu livro devagar, sorvendo aos poucos a beleza de sua linguagem. A atitude do poeta é simples e profunda diante da vida, não só neste cancioneiro, mas em toda a sua obra poética, com o adendo, para o leitor curioso e inteligente, de que Cyro de Mattos é também um contista de primeiro plano da literatura brasileira”.

Graziela Corsinovi della Universitá di Genova, Presidente della Giuria Premio Letterario Internazionale Maestrale Marengo d’Oro: “Poesia dagli ampi orizzonti storici ed esistenziali, articolar in lucidi spazi lirici, che evocano misteri ed epopee brasiliane de grande suggestione. (anche nella traduzione di Mirella Abriani)”.

 

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