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Impotência…

Impotência…

No cantar da perdiz
Que não existe mais
Me sinto triste e infeliz…

No sumiço do azulão
Neste meu chão
Um desgosto sem solução
Dúvida e aflição…
Em meu país.

Na incerteza de uma nação
Onde cegos querem justiça!
Dentro de um sistema
Sem previsão… de corrupção!

– Realidade ou ilusão?

O certo
É que
À revelia da liberdade, da Dignidade…
Muitos choram à maldade…

Soma do rolar do sangue pelo chão… amanhã!
Do algoz penalizando o Inocente ou não.

Para onde voaram
A perdiz e o Azulão?

Joselito dos Reis
25.08.2022

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