Súplica de um Rio
Como diz o Hino Oficial
(…) Pelo o Rio
A cidade se expandiu! (…)
Mas durante esse tempo
O esqueceram de julho a julho…
Suas águas cristalinas
Suas aves; macucos e graúnas… desapareceram!
Pela a escuridão e solidão!
Das águas Infectes…
Assim como os ipês e jacarandás; pescadores e jangadeiros…
De Janeiro a Janeiro
Os peixes pararam de nadar!
Sumiram os animais, as aves…
De abril a abril..
Sentimos a falta do nosso Rio!
Tudo poluído! Tudo poluiu…
Que ainda não está morto!
O progresso da ganância chegou…
Sem dó, sem flor e sem amor!
As rosas, os girassóis
Nunca mais floriram e floraram…
Os pássaros cantam triste!
Numa cidade triste!
Numa margem de um Rio triste!
Vamos salvar o Rio Cachoeira!
Vamos salvar o nosso Rio!
Que estar triste!
Ele chora e clama…
Mas não tem voz
Para reclamar…
Na comemoração triste…
De mais um “dia da cidade” triste!
De crescimento e maldade!
Joselito dos Reis
28.07.2022



Caríssimo Zelito Reis
Mais uma vez a pena livre de um escriba, poeta de uma geração se volta ao rio Cachoeira e megulha nas profundezas de sua agonia.
Parabéns poeta.pelas verdades insculpidas e
nos teus versos a nós proporcionar velhas recordações.
Caetano Valladares.