Espaço único
Dentro desse contexto
De tempos sem sentimentos
Devido espaço!
Recuo na ignorância
Da ambição da ganância
De “seres humanos” sem almas…
Provocando a dor…
O trauma…
dos verdadeiros amantes
Alados…
Adantes
Andarilho em terras conhecidas…
Habilitando passagens
Para um mundo de luz
E estranho!
Fugindo dos idiotas
Da escuridão…
Que pensam ter tudo
E não tem nada…!
Neste espaço do compasso
Me acho num caminho
Só meu… único!
Do adeus desses tempos perdidos…
Sem perdão…
Sem desilusão!
Talvez para mim, sim!
Deste “planeta de donos!”
Vou de encontro colher
Uma flor…
Em Marte, Saturno
Ou Plutão…
Adeus ilusão!

Joselito dos Reis
17.07.2022


