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Aos demagogos da cura da pandemia

Aos Demagogos Da Cura Da Pandemia

Os humanos
São monstros ambulantes
Que vendem suas almas
Por dinheiro e poder

Esquecendo-se da maior joia
Que eles têm os sentimentos
Divinos!

Por traz de uma cortina de aço!
Na terra e no espaço
Reflexo do ódio aos miseráveis
Que amam…
E choram sufocados!

Dentro de um grito sem voz…
Da alma presa e perdidas
No infinito.
Tentando semear e colher
Uma flor…

Na angústia da sórdida dor.
Neste dilema da tentativa
Do poeta ainda escrever poema.

Joselito dos Reis
03,04.2021

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