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AOS 36 ANOS, A ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS – AMURC, permanece forte, inovadora e desejada

AOS 36 ANOS, A ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS – AMURC, Permanece Forte, Inovadora E Desejada

Por Luciano Veiga
Aos 36 anos de existência, a Associação dos Municípios da Região Cacaueira
– AMURC permanece forte, inovadora e desejada. Manter uma instituição viva,
antenada com o seu entorno, tendo como bússola a sua MISSÃO, fortalecer o
municipalismo, tornando-o forte, democrático e inovador, contribuindo,
assim, para a eficiência, eficácia, efetividade e excelência da gestão
pública municipal, com a VISÃO de se tornar uma associação desejada, capaz
de atender e antecipar demandas, e promover a integração associativista dos
municípios, com base nos seus VALORES – pessoas; sustentabilidade; ética;
respeito; comprometimento; transparência e inovação.
Nos últimos anos a AMURC, vem construindo uma rede de parcerias
importantes, com destaque ao desenvolvimento do Programa de Apoio
Institucional às Prefeituras – AGIR MAIS, com gestão compartilhada com a
Universidade de Santa Cruz – UESC, que conta com 11 fóruns de
Secretários/as municipais, coordenadores e representantes da sociedade
civil. O referido programa já capacitou centenas de profissionais,
desenvolveu projetos, parcerias e captou recursos para atendimento às
diversas demandas e desafios da gestão pública.
Em parceria com instituições de ensino superior privado, vem proporcionando
descontos na mensalidade, com mais de 6 mil estudantes beneficiados dos
municípios associados.
Durante a pandemia, vem realizando ações conjuntas com os
gestores municipais, em sintonia com as Secretarias de Saúde dos
Municípios, Estado e Ministério da Saúde, bem como envolvendo instituições
em permanente debate na busca de melhores práticas de enfrentamento ao
Covid-19. Recentemente assinou Termo de Cooperação Técnica com a Uesc,
ampliando em dez mil a testagem PCR, buscando ampliar o monitoramento do
contágio nos municípios.
A construção e consolidação do associativismo são contínuas. Os municípios
como ente federado do mosaico federativo brasileiro não pode está numa
condição de ilha/isolamento, mas deverá buscar sempre compor com os seus
pares, através do associativismo como braço político de debate e do
consórcio como braço de execução das políticas públicas.
O maior desafio, que sejas de uma associação ou consórcio, é o de se tornar
uma instituição desejada. As instituições têm como principal base da sua
força ou fragilidade o mesmo elemento, que são os seus associados ou
consorciados. Estes quando fortes, imbuídos do espírito coletivo, formarão
instituições fortes, mas quando forem individualistas, as instituições se
fragilizam. A nossa região vem reiteradamente elegendo gestores melhores e
com o pensamento de ser e agir coletivamente, tornando as suas instituições
cada vez mais fortes, inovadoras e desejadas.
As lutas regionais como a Região Metropolitana do Sul da Bahia, a ampliação
e estruturação da Rede de Saúde, com incorporação dos equipamentos e
planejamento estratégico regional, incorporando a saúde como ponto
relevante na formação da RM Sul da Bahia, a reestruturação dos potenciais
econômicos, com a criação de novos polos industriais, serviços e logístico,
o fortalecimento das economias do campo e do turismo, trabalhar o cavalete
modal (porto, aeroporto, rodovias e ferrovia leste-oeste), ZPE (Zona de
Processamento de Exportação), dentre tantas outras bandeiras, que gerarão o
desenvolvimento sustentável dos nossos municípios, são temas trabalhados
pela AMURC junto aos seus associados e a comunidade regional.
Fortalecer as parcerias com o Governo Federal e Estadual, as organizações
municipalistas, Confederação Nacional dos Municípios – CNM e União dos
Prefeitos da Bahia – UPB, as universidades públicas (UFSB-UESC) e privadas
com os Institutos de Ensino, agentes de fomento, fundações, sociedade
civil, são as bases garantidora para atendimento aos desafios e demandas
municipalista.
A Associação destaca-se como instrumento de integração política e
administrativa, capaz de utilizar do escopo uno do município, a escala
necessária para atendimento às suas demandas individuais e coletivas.
Entretanto, não pode existir sem a participação do seu associado. A
associação é o espelho dos seus membros. A sua força está diretamente
ligada ao desejo e a vontade dos seus atores em torná-la Municipalista,
Democrática, Inovadora, Forte e Desejada.

Luciano Robson Rodrigues Veiga é Advogado, Administrador, Especialista
em Planejamento de Cidades-UESC e Gestão do Desenvolvimento Territorial –
MSA-UFBA.

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