DPT realiza sepultamento dos corpos de indigentes
Cinco corpos de indigentes, o de Célio Vieira da Silva (identificado através de impressões digitais) e outros quatro sem identificação, um dos quais permancia há mais de um ano na unidade do Departamento de Polícia Técnica, em Itabuna, foram sepultados no Cemitério do Campo Santo, em Itabuna. O trabalho envolveu a equipe do DPT e teve o apoio da Secretaria de Assistência Social da PMI, que forneceu os caixões para sepultamento.

O diretor do Departamento de Polícia Técnica, Marco Antônio Lima, explicou que os corpos com mais de 30 dias naquela unidade são sepultados seguindo uma série de critérios. Ele explica que a Polícia Técnica colhe as impressões digitais dos cadáveres, mas caso a vítima não tenha um registro no Instituto Pedro Melo, os perítos usam recursos como o confronto da arcada dentária, que pode ser feito a partir de dados odontológicos da vítima ou com uso de recursos tecnológicos de fotografias. Uma outra opção é com a identificação através do DNA.
Ele destaca que os cadáveres com identidade ignorada são sepultados junto com os corpos identificados como indigentes no cemitério local. Há ainda a possibilidade de destinação de corpos de cadáveres não identificados para estudos na faculdade de medicina em centros de ensino superior, o que depende de um convênio e protocolo específico.

Marco Antônio Lima salienta que a Polícia Técnica na Bahia é uma das mais bem equipadas do país e que a unidade local do DPT está equipada para exames os mais diversos na área de balística, de papiloscopia, com a identificação através das papilas dérmicas presentes na palma das mãos e na sola dos pés (impressões digitais), bem como através de exames da arcada dentária e de DNA.
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